A PF (Polícia Federal) prendeu em 28/02/08 quatro empregados do terminal de contêineres na zona portuária do Rio pelo furto dos laptops e discos rígidos com informações sigilosas da Petrobras. O material - com exceção de um HD e um pente de memória - também foi recuperado.
Alexandro de Araujo Maia, Éder Rodrigues da Costa, Michel Nello da Costa e Cristiano da Silva Tavares são funcionários da empresa Briclog, que prestava serviços para a Petrobras. Eles foram detidos em suas casas, nos bairros de Parada de Lucas e Vila Kosmos, e em São Gonçalo, região metropolitana.
Além do material furtado da Petrobras, com os presos foram encontrados outros equipamentos de informática, de outras empresas, roubados no mesmo local.
Ao considerar o caso resolvido, o Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Valdinho Jacinto Caetano, descartou que o furto tenha sido espionagem industrial.
"O furto foi elucidado. Não descartávamos nenhuma hipótese. Os ladrões são pessoas de pouca instrução que não tinham noção das informações contidas no material roubado. Diante disso, afirmamos com clareza que se trata de crime comum. Está absolutamente descartada a hipótese de espionagem", afirmou o delegado.
De acordo com Caetano, os vigilantes praticavam pequenos furtos desde setembro do ano passado - eles estavam da lista de interrogados durante o inquérito. "Como a rotatividade de equipamento é muito alta, e os furtos eram pequenos, a Petrobras, às vezes, nem notava a falta."
O delegado explicou ainda que assim que o furto foi noticiado, um dos vigilantes presos informou ter destruído um HD e um monitor. Caetano garantiu, porém, que não houve perda de informações, já que a Petrobras tinha cópia de todo o material. Outro laptop, de acordo com os presos, já havia sido vendido, mas não continha dados relevantes.
Caetano informou que a equipe da PF continua a realizar buscas à procura de outros equipamentos da Petrobras repassados pelo grupo - um laptop teria sido vendido por R$ 1.500.
Segundo o delegado, os quatro acusados serão enquadrados no crime de furto e formação de quadrilha. Os possíveis receptadores serão investigados e também poderão ser indiciados.
Furto da Petrobras
Os dados foram furtados de um galpão, como revelado pela Folha, e de um contêiner da americana Halliburton enquanto o mesmo ficou parado no porto do Rio. Apesar do governo tratar o furto de equipamentos da Petrobras como questão de Estado, os dados secretos da estatal que estavam em quatro notebooks desaparecidos em janeiro entre a bacia de Santos e Macaé (cidade litorânea 188 km ao norte do Rio) viajavam em um contêiner que poderia ser aberto por pelo menos 45 pessoas, detentoras de cópias da chave.
As informações vinham de uma sonda de perfuração responsável pela descoberta do megacampo de Júpiter, localizado na Bacia de Santos (SP). A reserva, anunciada no início deste ano, foi classificada como capaz de tornar o Brasil auto-suficiente em gás natural.
O contêiner estava em um navio que partiu do porto de Santos no dia 18 de janeiro (dia em que a sonda encerrou pesquisas no bloco BM-S-24) e chegou ao porto do Rio no dia 25. No dia 29, partiu para Macaé, município situado no Norte Fluminense onde a Petrobras tem sua base de operações na Bacia de Campos, em um caminhão da transportadora Transmagno, que monitora seus veículos por rastreador. O contêiner chegou ao seu destino no dia 30.
Fonte: Folha Online
A Rich recomenda a utilização dos anti-furtos para contêineres em aço da Algemax.
Alexandro de Araujo Maia, Éder Rodrigues da Costa, Michel Nello da Costa e Cristiano da Silva Tavares são funcionários da empresa Briclog, que prestava serviços para a Petrobras. Eles foram detidos em suas casas, nos bairros de Parada de Lucas e Vila Kosmos, e em São Gonçalo, região metropolitana.
Além do material furtado da Petrobras, com os presos foram encontrados outros equipamentos de informática, de outras empresas, roubados no mesmo local.
Ao considerar o caso resolvido, o Superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, delegado Valdinho Jacinto Caetano, descartou que o furto tenha sido espionagem industrial.
"O furto foi elucidado. Não descartávamos nenhuma hipótese. Os ladrões são pessoas de pouca instrução que não tinham noção das informações contidas no material roubado. Diante disso, afirmamos com clareza que se trata de crime comum. Está absolutamente descartada a hipótese de espionagem", afirmou o delegado.
De acordo com Caetano, os vigilantes praticavam pequenos furtos desde setembro do ano passado - eles estavam da lista de interrogados durante o inquérito. "Como a rotatividade de equipamento é muito alta, e os furtos eram pequenos, a Petrobras, às vezes, nem notava a falta."
O delegado explicou ainda que assim que o furto foi noticiado, um dos vigilantes presos informou ter destruído um HD e um monitor. Caetano garantiu, porém, que não houve perda de informações, já que a Petrobras tinha cópia de todo o material. Outro laptop, de acordo com os presos, já havia sido vendido, mas não continha dados relevantes.
Caetano informou que a equipe da PF continua a realizar buscas à procura de outros equipamentos da Petrobras repassados pelo grupo - um laptop teria sido vendido por R$ 1.500.
Segundo o delegado, os quatro acusados serão enquadrados no crime de furto e formação de quadrilha. Os possíveis receptadores serão investigados e também poderão ser indiciados.
Furto da Petrobras
Os dados foram furtados de um galpão, como revelado pela Folha, e de um contêiner da americana Halliburton enquanto o mesmo ficou parado no porto do Rio. Apesar do governo tratar o furto de equipamentos da Petrobras como questão de Estado, os dados secretos da estatal que estavam em quatro notebooks desaparecidos em janeiro entre a bacia de Santos e Macaé (cidade litorânea 188 km ao norte do Rio) viajavam em um contêiner que poderia ser aberto por pelo menos 45 pessoas, detentoras de cópias da chave.As informações vinham de uma sonda de perfuração responsável pela descoberta do megacampo de Júpiter, localizado na Bacia de Santos (SP). A reserva, anunciada no início deste ano, foi classificada como capaz de tornar o Brasil auto-suficiente em gás natural.
O contêiner estava em um navio que partiu do porto de Santos no dia 18 de janeiro (dia em que a sonda encerrou pesquisas no bloco BM-S-24) e chegou ao porto do Rio no dia 25. No dia 29, partiu para Macaé, município situado no Norte Fluminense onde a Petrobras tem sua base de operações na Bacia de Campos, em um caminhão da transportadora Transmagno, que monitora seus veículos por rastreador. O contêiner chegou ao seu destino no dia 30.
Fonte: Folha Online
A Rich recomenda a utilização dos anti-furtos para contêineres em aço da Algemax.
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